• Doutrina Espírita, Leis morais

    O Dever

    Aquele que soube compreender todo o alcance moral do ensino dos espíritos tem uma concepção mais elevada ainda do Dever. Sabe que a responsabilidade é proporcional ao saber, que a posse dos segredos de além-túmulo lhe impõe a obrigação de trabalhar com mais energia em seu melhoramento e no de seus irmãos. A prática da caridade tornou-se-lhe fácil. Ensinou-lhe a desenvolver suas sensibilidades e suas qualidades afetivas. A prática constante do dever leva-nos ao aperfeiçoamento. Para acelerá-lo, convém, primeiro, estudar a nós mesmos com atenção, submeter nossos atos a um controle escrupuloso. Pois não se poderia remediar o mal sem conhecê-lo.

  • Aos que Sofrem, Decepções

    O Amigo Oculto

    Os discípulos, a caminho de Emaús, comentavam amargurados, os acontecimentos terríveis do Calvário. Permaneciam sob a tormenta da angústia. A dúvida penetrava-lhes a alma, levando-os ao abatimento, à negação. Um homem desconhecido, porém, alcançou-os na estrada. Oferecia o aspecto de mísero peregrino. Sem identificar-se, esclareceu as verdades da Escritura, exaltou a cruz e o sofrimento. Ambos os companheiros, que se haviam emaranhado no cipoal de contradições ingratas, experimentaram agradável bem-estar, ouvindo a argumentação confortadora…

  • Autores Diversos, Histórias

    Maneiras de dizer as coisas

    Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho. – Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade. – Mas que insolente! – gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui! Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: (leia ou ouça a história)

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