• A Morte, Aos que Sofrem

    Quando penso em você fecho os olhos de saudade

    Não há aquele que não tenha experimentado a dor e o vazio da morte de um ente muito querido. E ainda está para existir uma fórmula “mágica” que nos ajude a aplacar essas feridas que fazem arder o peito e sufocar a alma. Como, então, lidar com esta dolorosa experiência de vida, que faz tudo parecer um tanto sem sentido e coloca em xeque até mesmo a bondade e justiça de Deus?

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Por que mesmo sendo inevitável a morte ainda causa tanto medo

    O medo da morte diminui na mesma proporção em que o homem se torna mais evoluído, através do autoconhecimento e do estudo sobre o porquê da vida, que é a principal proposta da Doutrina Espírita. É por tudo isso que os espíritas não temem (ou não deveriam temer) a morte. Encaram a chegada da morte como a porta da vida e, não, como a entrada em um lugar onde não se sabe o que há de acontecer. Por todas essas razões é que devemos propagar os ensinamentos do Espiritismo. Isso nos dá a certeza de que o Espiritismo não será a religião do futuro, mas, sim, o futuro das religiões.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    O medo da morte

    Onde está, ó morte, o teu aguilhão? – pergunta o Apóstolo Paulo, a demonstrar que a fé raciocinada supera os temores e angústias da grande transição, dando-nos a compreensão de que o fenômeno chamado morte nada mais é do que o passaporte para a verdadeira vida.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    O que se sucede após a morte?

    O que se sucede após a morte?
    É fatal o instante da morte? Proporciona a morte mudanças inesperadas e certas modificações rápidas, como será de desejar? Que espera o homem desencarnado, diretamente, nos seus primeiros tempos da vida de Além-túmulo? Logo após a morte, o homem que se desprende do invólucro material pode sentir a companhia dos entes amados que o precederam no Além-túmulo?

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Sempre Vivos

    É chegada a época de reconhecermos que todos somos vivos na Criação Eterna. Em virtude de tardar semelhante conhecimento nos homens, é que se verificam grandes erros. Em razão disso, a Igreja Católica Romana criou, em sua teologia, um céu e um inferno artificiais; diversas coletividades das organizações evangélicas protestantes apegam-se à letra, crentes de que o corpo, vestimenta material do Espírito, ressurgirá um dia dos sepulcros, violando os princípios da Natureza, e inúmeros espiritistas nos têm como fantasmas de laboratório ou formas esvoaçantes, vagas e aéreas, errando indefinidamente.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Divaldo Franco responde sobre tragédias coletivas

    Para a imensa maioria das criaturas essas provas coletivas constituem um enigma insolúvel pois desconhecem os mecanismos da Justiça Divina, que traz no seu âmago a lei de causa e efeito. Ante tragédias como essa mais recente em Santa Maria-RS, ou como outras de triste memória: os acidentes da TAM, da GOL, o incêndio do Edifício Joelma, em São Paulo; o incêndio no circo em Niterói; outros desastres de avião; terremotos; inundações; enfim, diante desses dramáticos episódios a fé arrefece, torna-se vacilante e, não raro, surge a revolta, o desespero, a descrença. Menciona-se que Deus castiga violentamente ou que pouco se importa com os sofrimentos da Humanidade. Chega-se ao ponto de comparar-se o Criador a um pai terreno e, nesse confronto, este sair ganhando pois zela pelos seus filhos e quer o melhor para eles, enquanto que Deus… O Codificador do Espiritismo interrogou os Espíritos Superiores quanto às provas coletivas, no item intitulado Flagelos Destruidores, conforme vemos em “O Livro dos Espíritos”, nas questões 737 a 741, que recomendamos. Nos últimos tempos a Espiritualidade Amiga tem-se pronunciado a respeito das provações coletivas.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Visão espírita da fatalidade

    Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arbítrio? Segundo o dicionário, fatalidade significa: acontecimento funesto, imprevisível, inevitável, marcado pelo destino ou fado. Sucesso desastroso; desgraça.

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