• A Morte, Aos que Sofrem

    Histórias do Umbral – Mendigos da alma

    A riqueza conquistada de forma espúria tem sérias conseqüências do outro lado da vida. Vassalos intransigentes do egoísmo, ao invés de crerem na vida e no trabalho digno, admitem somente o nada, a imobilidade e o triunfo a qualquer preço. Acreditam que as mercadorias terrestres têm o mesmo valor nos planos do Espírito. Supõem que o prazer criminoso, o poder do dinheiro, o descumprimento da lei e a imposição dos caprichos atravessarão as fronteiras do túmulo. Agem como negociantes imprevidentes. Esquecem de trocar as posses materiais em créditos espirituais. E nem mesmo com a certeza matemática da morte carnal se animam a adquirir os valores da espiritualidade. Ao desencarnar, então, não lhes resta outra sorte: os milionários das sensações físicas são transformados em mendigos da alma. No capítulo 27 de NOSSO LAR, André Luiz nos conta sua experiência como auxiliar do serviço de resgate dessas almas fadadas a dormirem longos anos, em pesadelos sinistros. Assista também trailler do filme “NOSSO LAR” que entra em cartaz em setembro de 2010.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A morte é jogo escuro das ilusões

    O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria. Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?

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