• Aos que Sofrem, Relações Conflituosas

    A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
    Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros…

  • Aos que Sofrem, Suicídio

    Consequências do suicídio

    A afinidade que permanece entre o Espírito e o corpo produz, nalguns suicidas, uma espécie de repercussão do estado do corpo no Espírito, que, assim, a seu mau grado, sente os efeitos da decomposição, donde lhe resulta uma sensação cheia de angústias e de horror, estado esse que também pode durar pelo tempo que devia durar a vida que sofreu interrupção. Não é geral este efeito; mas em caso algum, o suicida fica isento das conseqüências da sua falta de coragem e, cedo ou tarde, expia, de um modo ou de outro, a culpa em que incorreu.

  • Aos que Sofrem, Preconceito

    A homossexualidade e o espiritismo

    Os homossexuais, homens ou mulheres, assim, são criaturas em expurgo de faltas passadas, merecedoras de compreensão e, sobretudo esclarecimento.
    Tornam-se carentes diante da Bondade do Pai, que jamais abandona Seus filhos.
    Terão renovadas chances de aperfeiçoamento espiritual, eis que a Reencarnação é escola que aceita infinitas matrículas, ainda que na mesma série.

  • Ansiedade, Aos que Sofrem

    Preocupação com o futuro

    A estratégia da preocupação é nos manter distantes do momento presente, imobilizando as realizações do agora em função de coisas que poderão ou não acontecer. Desperdiçamos, por conseqüência, tempo e energias preciosas, obcecados com os eventos do porvir, sobre os quais não temos qualquer tipo de comando, pois olvidamos que tudo que podemos e devemos dirigir é somente nossas próprias vidas.

  • Aos que Sofrem, Auto-negação

    A mochila imperceptível

    Aonde quer que vamos, carregamos uma “grande sacola escura”, seja nos recantos bucólicos da Natureza, seja nos campos hostis da luta humana; seja nas moradias comuns, nos lugares de mau aspecto, seja nas belas e suntuosas residências. Onde estivermos, ela estará conosco. Por analogia, a sombra é uma “mochila” que levamos nas costas e que quase nunca é vista claramente. Nela está tudo aquilo que não vemos e não admitimos em nós mesmos. Uma vez levada à luz da consciência, dela emergem as nossas facetas ocultas.

  • Aos que Sofrem, Infelicidade

    Tormentos voluntários

    O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a procura nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma. Em vez de buscar a paz do coração, única felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que pode agitá-lo e perturbá-lo. Além das provas e expiações que já traz como resgate de vidas passadas, o homem cria para si tormentos voluntários que lhe tiram o sono e a paz. Quantos tormentos consegue evitar aquele que sabe contentar-se com o que possui, que vê sem inveja o que não lhe pertence, que não procura parecer mais do que é!

  • Aos que Sofrem, Infelicidade

    A felicidade não é deste mundo

    Não sou feliz! “A felicidade não foi feita para mim!” exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova, melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo.” Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Mas não deduzais destas palavras que a Terra esteja destinada para sempre a ser uma penitenciária.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A morte é jogo escuro das ilusões

    O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria. Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?

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