• Deus, Justiça Divina

    O Esquema de Deus

    O Esquema de Deus é o plano universal da evolução do qual vemos apenas alguns pedaços acessíveis aos nossos sentidos. Mas a nossa mente, que é cérebro da alma, pode perceber além dos sentidos. Por isso, nas experiências parapsicológicas já se comprovou, cientificamente, que…

  • Allan Kardec, Justiça Divina

    Esquecimento das vidas passadas

    Se Deus considerou conveniente lançar um véu sobre o passado, é que isso deve ser útil. Deus nos deu, para nos melhorarmos, justamente o que necessitamos e nos é suficiente: a voz da consciência e as tendências instintivas; e nos tira o que poderia prejudicar-nos. A falta de uma lembrança precisa, que poderia ser-nos penosa e prejudicial às nossas relações sociais, permite-nos haurir novas forças nesses momentos de emancipação da alma, se soubermos aproveitá-las.

  • Deus, Justiça Divina

    Olho por olho, e o mundo acabará cego. (Gandhi)

    O Mestre Jesus nos pediu: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Quando falamos de amar nossos entes queridos esse pedido é muito fácil de atender. Já quando se trata de amarmos a quem não conhecemos, a dificuldade de seguir o conselho do Cordeiro de Deus é muito grande. Mas, torna-se quase impossível e incompreendido pela grande maioria de nós quando o Mestre nos disse: “amai os vossos inimigos”. O que queria Ele nos dizer com isso?

  • Deus, Justiça Divina

    O homem é o seu próprio justiceiro

    A lei de justiça não é senão o funcionamento da ordem moral universal, e as penas, os castigos representam a reação da Natureza ultrajada e violentada nos seus princípios eternos. Todo poder moral reage sobre aquele que a viola, proporcionalmente ao seu modo de ação. Deus não fere ninguém. Deixa ao tempo o cuidado de fazer gotejar os efeitos de sua causa. O homem é, portanto, seu próprio justiceiro, pois segundo o uso e abuso que faz da sua liberdade, torna-se feliz ou infeliz.

  • Deus, Justiça Divina

    Direitos naturais

    O apóstolo João afirma no Novo Testamento que: “se o nosso coração não nos acusa, temos confiança diante de Deus; e tudo o que lhe pedimos recebemos dele”. Não podemos falar de forma efetiva em “justiça do coração” sem levarmos em conta a sinceridade e a intenção com que envolvemos nossos comportamentos. O “sentimento de justiça” existente no coração consiste no respeito aos nossos direitos e no respeito aos direitos de cada um. Quem não sabe proteger seus direitos quase sempre extrapola os limites dos outros. Quando devo utilizar meus limites? Sempre que me sentir invadido; sempre que minhas fronteiras pessoais forem ignoradas ou desprezadas por alguém. Limites e bons relacionamentos andam de mãos dadas. Vejamos alguns dos direitos naturais de todo o ser humano:

  • Deus, Justiça Divina

    Deus colocou no coração do homem o sentimento de justiça

    O sentimento de justiça existente no coração consiste no respeito aos nossos direitos e no respeito aos direitos de cada um. Deus não olha para os teus atos externos ou para a tua aparência, nem para nada do que está situado do teu lado de fora. Deus apenas observa o teu coração e as tuas intenções. Por isso, o apóstolo João afirmou no Novo Testamento que: “se o nosso coração não nos acusa, temos confiança diante de Deus; e tudo que lhe pedimos recebemos dele”.

  • Justiça Divina

    Justiça e direitos naturais

    O sentimento de justiça é natural ou é resultado de idéias adquiridas? Se a justiça é uma lei natural, por que os homens a entendem de maneiras diferentes, e que um considere justo o que parece injusto a outro? Como se pode definir a justiça? Fora do direito consagrado pela lei humana, qual é a base da justiça fundada sobre a lei natural? Qual deve ser o caráter do homem que praticasse a justiça em toda a sua pureza?

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