• Jesus, Reflexões Cristãs

    Por que me chamais “Senhor” e não fazeis o que eu digo?

    Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo. Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam. Vivem a clamar pelo Mestre, mas não atendem a seus sutis conselhos. Disse Jesus: “E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? (LUCAS, 6:46)”

  • Autores Diversos, Histórias

    As três peneiras

    Augustus procurou Sócrates e disse-lhe: – Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de…
    Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
    – Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? – Peneiras? Que peneiras?

  • Aos que Sofrem, Infelicidade

    Tormentos voluntários

    O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a procura nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma. Em vez de buscar a paz do coração, única felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que pode agitá-lo e perturbá-lo. Além das provas e expiações que já traz como resgate de vidas passadas, o homem cria para si tormentos voluntários que lhe tiram o sono e a paz. Quantos tormentos consegue evitar aquele que sabe contentar-se com o que possui, que vê sem inveja o que não lhe pertence, que não procura parecer mais do que é!

  • Doutrina Espírita, O Bem e o Mal

    O demônio existe? O que diz o Espiritismo?

    A idéia de demônio advém da Grécia antiga onde o “daimon” era um Ente superior destinado a orientar os humanos, tanto na prática do bem como na do mal, de acordo com suas tendências. Na tradição judaico-cristã ele foi introduzido como sendo um ser sobrenatural capaz de interferir na vontade humana, daí essa conotação de se considerá-lo como um Espírito das trevas. Para o Espiritismo, os demônios são…

  • Amadurecimento, Reforma Íntima

    Superando a exaustão da alma

    Tua exaustão não é produto de teu trabalho no bem, nem perda energética na doação de forças ao edifício do Cristo, mas produto do teu “ego onipotente”, que acredita que tudo pode, tudo faz e tudo deve ver. Teu cansaço ou fraqueza é fruto de tua falta de limites. O “excesso de bagagem” que carregas e que torna tua vida mais pesada se deve à suposta necessidade de exagerado controle das coisas e das pessoas e à falsa idéia de que és superior em tudo o que fazes.

  • Líderes Espirituais, Maomé

    Quem foi Maomé?

    Maomé certamente foi um dos homens mais influentes de todos os tempos. Um grande líder que conseguiu trazer unidade e comunhão a um povo hostil e sem esperança. Os islâmicos não consideram Maomé um Deus, ou filho Dele, mas um grande herói enviado e profeta que é o mais brilhante tradutor da palavra de Alá (Deus). Quando Maomé faleceu, em 632 d.C., a maior parte da Arábia já havia se tornada islâmica. Foi só após sua morte que o Alcorão começou a ser redigido, até então guardado na memória dos seguidores.

  • Despreendimento, Reforma Íntima

    Desapego à matéria

    Não adianta “fecharmos as cortinas da janela da alma” a fim de levarmos uma vida de sonhos – repleta de pensamentos e vazia de experiências – atenuando ou impedindo os estímulos externos. Isso é um “desapego defensivo”, ou resignação neurótica, e não uma virtude genuína. É considerada pelos Espíritos Superiores como “duplo egoísmo” a atitude de certos “homens que vivem na reclusão absoluta para fugir ao contato do mundo”.

  • Amadurecimento, Reforma Íntima

    Cuidado ao julgar

    Quem julga as pessoas e o mundo como responsáveis pela sua infelicidade é infantil e inexperiente. Os indivíduos que dispensam exagerada atenção e excessivo cuidado à vida das pessoas, inconscientemente, se sentem responsáveis por problemas, escolhas, atos, sentimentos, bem-estar e destino de outrem. Esse comportamento, desprovido de maturidade psicológica, manifesta desrespeito à individualidade e invasão dos limites alheios. Por analogia, podemos comparar o ato da alimentação “física” com o ato da alimentação “emocional/espiritual”. Quem tenta, obsessivamente, cuidar dos outros e controlá-los, sob a alegação de “amor ou caridade”, na realidade está apenas dificultando e retardando o despertar das habilidades inatas deles.

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