• Autores Diversos, Histórias

    A importância do perdão

    O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: – Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:…

  • Prática do Bem, Reforma Íntima

    Comecemos de nós mesmos

    Educaremos, educando-nos. Não faremos a renovação da paisagem de nossa vida, sem renovar-nos. Somos arquitetos de nossa própria estrada e seremos conhecidos pela influência que projetamos naqueles que nos cercam. Que o Espírito de Cristo nos infunda a decisão de realizar o auto-aprimoramento, para que nos façamos intérpretes do Espírito do Cristo. A caridade que salvará o mundo há de regenerar-nos primeiramente.

  • Ciência e Religião, Espírito e Ciência

    A Aliança da Ciência e a Espiritualidade

    São chegados os tempos em que os ensinamentos do Cristo têm de ser completados; em que o véu intencionalmente lançado sobre algumas partes desse ensino tem de ser levantado; em que a Ciência, deixando de ser exclusivamente materialista, tem de levar em conta o elemento espiritual e em que a Religião, deixando de ignorar as leis orgânicas e imutáveis da matéria, como duas forças que são, apoiando-se uma na outra e marchando combinadas, se prestarão mútuo concurso.

  • Anjos da Guarda, Doutrina Espírita

    Mensagem de Santo Agostinho – Anjos da Guarda

    Onde quer que estiverdes, vosso anjo da guarda estará convosco: nos cárceres, nos hospitais, nos antros do vício, na solidão, nada vos separa desse amigo que não podeis ver, mas do qual vossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos. Cada anjo da guarda tem o seu protegido e vela por ele, como um pai vela pelo filho. Sente-se feliz quando o vê no bom caminho e chora quando os seus conselhos são desprezados.

  • Jesus, Parábolas

    Amai ao próximo como a ti mesmo

    “Fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós” é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder e mais indulgência conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem como regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente benevolência mútua.

  • Autores Diversos, Histórias

    A Cadeira

    O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas. Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada. – Suponho que estava me esperando? – disse o sacerdote. – Não, quem é você? – respondeu o enfermo. – Sou o sacerdote que sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira e imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo. – Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta. Então, o homem enfermo lhe disse…

  • Allan Kardec, Doutrina Espírita

    Codificador do Espiritismo – Quem foi Allan Kardec?

    Filho de pais católicos, Allan Kardec foi criado no Protestantismo, mas não abraçou nenhuma dessas religiões, preferindo situar-se na posição de livre pensador e homem de análise. O excessivo simbolismo das teologias e ortodoxias, tornava-o incompatível com os princípios da fé cega. Allan Kardec iniciou sua observação e estudo dos fenômenos espíritas, com o entusiasmo próprio das criaturas amadurecidas e racionais, mas sua primeira atitude é a de ceticismo: “Eu crerei quando vir, e quando conseguirem provar-me que uma mesa dispõe de cérebro e nervos, e que pode se tornar sonâmbula; até que isso se dê, dêem-me a permissão de não enxergar nisso mais que um conto para provocar o sono”. (ao final da íntegra do texto, assista vídeo sobre Allan Kardec)

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