• Autores Diversos, Histórias

    Cicatrizes

    Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo. Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira. O pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse a paciência com alguém. No primeiro dia o garoto colocou trinta e sete pregos na tábua. Já nos dias seguintes, enquanto ele ia…

  • Aos que Sofrem, Auto-negação

    A mochila imperceptível

    Aonde quer que vamos, carregamos uma “grande sacola escura”, seja nos recantos bucólicos da Natureza, seja nos campos hostis da luta humana; seja nas moradias comuns, nos lugares de mau aspecto, seja nas belas e suntuosas residências. Onde estivermos, ela estará conosco. Por analogia, a sombra é uma “mochila” que levamos nas costas e que quase nunca é vista claramente. Nela está tudo aquilo que não vemos e não admitimos em nós mesmos. Uma vez levada à luz da consciência, dela emergem as nossas facetas ocultas.

  • Indulgência, Reforma Íntima

    Sede indulgentes

    Quando criticais o vosso próximo, que dedução se deve tirar das vossas palavras? A de que vós, que censurais, não praticastes o que condenais, e valeis mais do que o culpado? Por isso, reflitais: ao ver os defeitos alheios, evita comentá-los e divulgá-los. Até porque, talvez, tenhais cometido faltas mais graves do que teus irmãos. Sede indulgentes, meus amigos, porque a indulgência acalma, corrige, enquanto o rigor desalenta, afasta e irrita. A indulgência não faz observações chocantes, nem traz censuras nos lábios, mas apenas conselhos, quase sempre velados.

  • Conselhos do Mestre, Jesus

    Perdão das ofensas

    Quantas vezes perdoarei a meu irmão? Perdoar-lhe-eis, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes. Aí tendes um dos ensinos de Jesus que mais vos devem percutir a inteligência e mais alto falar ao coração. Sejais brando e humilde de coração, sem medir a tua mansuetude; faças o que desejas que o Pai celestial por ti faça. Não está ele a te perdoar freqüentemente? Conta porventura as vezes que o seu perdão desce a te apagar as faltas?

  • Ciência e Religião, Mediunidade

    Pode a alma, depois da morte, manifestar-se aos vivos?

    A simples razão diz que nisto nada absolutamente há de impossível, o que já é alguma coisa. Demais, esta crença tem a seu favor o assentimento de todos os povos, porquanto com ela deparamos em toda parte e em todas as épocas. Ora, nenhuma intuição pode mostrar-se tão generalizada, nem sobreviver ao tempo, se não tiver algum fundamento. Saiba mais assistindo os vídeos com a entrevista de Ana Maria Braga com o médium Divaldo Franco.

  • Jesus, Reflexões Cristãs

    Por que me chamais “Senhor” e não fazeis o que eu digo?

    Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo. Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam. Vivem a clamar pelo Mestre, mas não atendem a seus sutis conselhos. Disse Jesus: “E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? (LUCAS, 6:46)”

  • Autores Diversos, Histórias

    As três peneiras

    Augustus procurou Sócrates e disse-lhe: – Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de…
    Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
    – Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? – Peneiras? Que peneiras?

  • Aos que Sofrem, Infelicidade

    Tormentos voluntários

    O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a procura nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma. Em vez de buscar a paz do coração, única felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que pode agitá-lo e perturbá-lo. Além das provas e expiações que já traz como resgate de vidas passadas, o homem cria para si tormentos voluntários que lhe tiram o sono e a paz. Quantos tormentos consegue evitar aquele que sabe contentar-se com o que possui, que vê sem inveja o que não lhe pertence, que não procura parecer mais do que é!

RECEBA NOVOS TEXTOS POR E-MAIL

Quinzenalmente, enviamos um e-mail com os novos textos do site. Participe!

Temas das Publicações

Ajude-nos a divulgar nosso trabalho