• Doutrina Espírita, Instrução dos Espíritos

    É permitido repreender aos outros?

    Se considerarmos que ninguém é perfeito, significa que ninguém tem o direito de repreender o seu próximo? Será repreensível observar as imperfeições dos outros, quando disso não pode resultar nenhum proveito para eles, mesmo que não as divulguemos? Esta observação, aliás, não é útil ao moralista? Como descreveria ele os problemas da Humanidade, se não estudasse os modelos? Haverá casos em que pode ser útil revelar o mal dos outros?

  • Aos que Sofrem, Desgosto de filhos

    Mães! Abraçai vossos filhos, inclusive os que vos causam desgosto

    Quando os pais fizeram tudo o que deviam para o adiantamento moral dos filhos, e, apesar de tudo, não alcançaram êxito, sua consciência poderá ficar tranqüila, e é natural o desgosto que sintam por verem fracassados todos os esforços feitos. Deus lhes reserva uma grande, uma imensa consolação, na certeza de que isso é apenas um atraso, e que lhes será permitido terminar, em uma outra existência, a obra começada nesta, e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor.

  • Doutrina Espírita, Livros de Kardec

    Livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” – publicado em abril de 1864

    Enquanto o Livro dos Espíritos apresenta a Filosofia Espírita e O Livro dos Médiuns a Ciência Espírita, O Evangelho Segundo o Espiritismo oferece a base moral e o roteiro da Religião Espírita. O Livro compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o Espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.

  • Doutrina Espírita, Livros de Kardec

    O Livro dos Espíritos – publicado em 18 de abril de 1857

    Este é o livro básico da Filosofia Espírita. Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns. Seu conteúdo é apresentado em 4 partes. Das causas primárias. Do mundo espírita ou dos espíritos. Das Leis Morais e das esperanças e consolações. Acesse a íntegra do livro em pdf.

  • Histórias, Lendas Árabes

    Quando escrever nossas lembranças na areia ou nas pedras

    Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro. O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia: “Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada no rosto”. Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho. O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu na pedra:…

  • Auto-conhecimento, Reforma Íntima

    SANTO AGOSTINHO – Como melhorar nesta vida e resistir ao mal?

    Muitas faltas que cometemos nos passam despercebidas. Se, com efeito, seguindo o conselho de Santo Agostinho, interrogássemos mais freqüentemente a nossa consciência, veríamos quantas vezes falimos sem disso nos apercebermos, por não perscrutarmos a natureza e o móvel dos nossos atos. A forma interrogativa tem alguma coisa de mais preciso do que uma máxima que em geral não aplicamos a nós mesmos. Ela exige respostas categóricas, por um sim ou um não, que não deixam lugar a alternativas: respostas que são outros tantos argumentos pessoais, pela soma das quais podemos computar a soma do bem e do mal que existe em nós.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A vida após a morte – por Victor Hugo

    A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra. Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser. O que constitui o meu eu, irá além. Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída? A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo. É por demais pesado para esta terra. Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem. Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A hora do desencarne

    O que acontece no momento da morte e como o espírito se desvencilha da sua prisão de carne? Que impressões, que sensações o esperam nesse instante temeroso? Nenhum de nós escapará da morte. A hora da separação é cruel para o espírito que crê no nada. Agarra-se com desespero a essa vida que lhe foge. O conhecimento das leis que presidem à desencarnação é de grande importância para a preparação para a morte. Eles podem atenuar nossos derradeiros instantes e tornar nosso desprendimento mais fácil.

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