• A Morte, Aos que Sofrem

    A importância da crença na vida após a morte

    A idéia clara e precisa que se faça da vida futura proporciona inabalável fé no porvir, fé que acarreta enormes conseqüências sobre a moralização dos homens, porque muda completamente o ponto de vista sob o qual encaram eles a vida terrena. Ao duvidar da vida futura, o homem dirige todos os seus pensamentos para a vida terrestre. Sem nenhuma certeza quanto ao porvir, dá tudo ao presente. Nenhum bem divisando mais precioso do que os da Terra, torna-se qual a criança que nada mais vê além de seus brinquedos.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Separação da alma e do corpo

    O corpo ou a alma sente alguma dor no momento da morte? Como se opera a separação da alma e do corpo? A separação se opera instantaneamente e por uma transição brusca? Há uma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte? A separação definitiva da alma do corpo pode ocorrer antes da completa cessação da vida orgânica? No momento da morte, a alma tem, às vezes, um desejo ou um êxtase que lhe faz entrever o mundo em que vai entrar?

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A alma também

    Casas de saúde espalham-se em todas as direções com o objetivo de sanar as moléstias do corpo e não faltam enfermos que lhes ocupem as dependências. Entretanto, as doenças da alma, não menos complexas, escapam aos exames habituais de laboratório e, por isso, ficam em nós, requisitando a medicação, aplicável apenas por nós mesmos.

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    O céu está a espera

    Morte não é aniquilação. É um estado de relaxamento passivo, involuntário, provocado por acidente, doença ou tristeza. A interrupção forçosa permanente do fluxo vital do corpo costuma ser chamada de “morte” ou fim definitivo da vida. Na verdade, trata-se apenas de uma fase passageira – não é de modo algum o fim, apenas a passagem da esfera das coisas feias e mutáveis para o reino da felicidade infinita, das luzes multicoloridas.

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    Sorte das crianças após a morte

    O Espírito de uma criança morta em tenra idade é tão adiantado como o de um adulto? O Espírito de uma criança pode então ser mais adiantado que o do seu pai? O Espírito da criança que morre em tenra idade, não tendo podido fazer o mal, pertence aos graus superiores? Por que a vida se interrompe com freqüência na infância? Em que se transforma o Espírito de uma criança morta em tenra idade?

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A vida após a morte – por Victor Hugo

    A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra. Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser. O que constitui o meu eu, irá além. Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída? A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo. É por demais pesado para esta terra. Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem. Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    A hora do desencarne

    O que acontece no momento da morte e como o espírito se desvencilha da sua prisão de carne? Que impressões, que sensações o esperam nesse instante temeroso? Nenhum de nós escapará da morte. A hora da separação é cruel para o espírito que crê no nada. Agarra-se com desespero a essa vida que lhe foge. O conhecimento das leis que presidem à desencarnação é de grande importância para a preparação para a morte. Eles podem atenuar nossos derradeiros instantes e tornar nosso desprendimento mais fácil.

  • A Morte, Aos que Sofrem

    Histórias do Umbral – Mendigos da alma

    A riqueza conquistada de forma espúria tem sérias conseqüências do outro lado da vida. Vassalos intransigentes do egoísmo, ao invés de crerem na vida e no trabalho digno, admitem somente o nada, a imobilidade e o triunfo a qualquer preço. Acreditam que as mercadorias terrestres têm o mesmo valor nos planos do Espírito. Supõem que o prazer criminoso, o poder do dinheiro, o descumprimento da lei e a imposição dos caprichos atravessarão as fronteiras do túmulo. Agem como negociantes imprevidentes. Esquecem de trocar as posses materiais em créditos espirituais. E nem mesmo com a certeza matemática da morte carnal se animam a adquirir os valores da espiritualidade. Ao desencarnar, então, não lhes resta outra sorte: os milionários das sensações físicas são transformados em mendigos da alma. No capítulo 27 de NOSSO LAR, André Luiz nos conta sua experiência como auxiliar do serviço de resgate dessas almas fadadas a dormirem longos anos, em pesadelos sinistros. Assista também trailler do filme “NOSSO LAR” que entra em cartaz em setembro de 2010.

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