• Deus, Fé e Religiosidade

    HISTÓRIA – Pedi e obtereis

    Diante da tormenta, você é indagado: por que o Bom Espírito não lhe disse claramente “Siga este caminho, e no fim encontrarás o que necessitas”? Por que ele não se apresentou para guiá-lo e sustentá-lo no seu abatimento? Dessa maneira não o teria convencido da intervenção da Providência?” Isto não acontece, primeiramente, para lhe ensinar que é necessário ajudar-se a si mesmo e usar as próprias forças. Depois, porque, pela incerteza, Deus põe à prova a confiança e a submissão à sua vontade.

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    Nas culminâncias da luta

    Caminhar sem Jesus, nos domínios humanos, é sentir que a água não sedenta, o alimento não sacia, a melodia não eleva, a página não edifica, a flor não perfuma, a luz não aquece… Entretanto, amparados no Cristo, todos somos auto-suficientes, porquanto dispomos de apoio, esclarecimento e fortaleza em qualquer transe aflitivo com que a vida nos surpreenda.

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    Os materialistas e os vários tipos de incrédulos

    Ao lado da classe dos materialistas propriamente ditos, há uma terceira classe de incrédulos que, embora espiritualistas, pelo menos de nome, são tão refratários quanto aqueles. Referimo-nos aos incrédulos de má-vontade. A esses muito aborreceria o terem que crer, porque isso lhes perturbaria a quietude nos gozos materiais. Temem deparar com a condenação de suas ambições, de seu egoísmo e das vaidades humanas com que se deliciam. Fecham os olhos para não ver e tapam os ouvidos para não ouvir. Apenas por não deixar de mencioná-la, falaremos de uma quarta categoria, a que chamaremos…

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    Desconfiai dos falsos profetas!

    O verdadeiro missionário de Deus deve provar que o é pela sua superioridade, pelas suas virtudes, pela sua grandeza, pelos resultados e a influência moralizadora de suas obras. Se ele estiver, pelo seu caráter, pelas suas virtudes, pela sua inteligência, abaixo do papel que se arroga, ou do personagem cujo nome utiliza, não passa de um farsante de baixa classe, que não sabe sequer imitar o seu modelo.

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    Fortaleçamo-nos na consciência edificada na fé

    Há muita gente que se julga forte… Nos recursos financeiros, que surgem e fogem. Na posse de terras, que se transferem de dono. Na beleza física, que brilha e que passa. No oásis de felicidade exclusiva, que a tempestade destrói. Todavia, somente a consciência edificada na fé, pelos deveres bem cumpridos à face das Leis Eternas, consegue sustentar-se, invulnerável, sobre o domínio próprio.

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    Fé não é uma muleta milagrosa

    Ter fé é compreender que “Deus está em tudo, e tudo está em Deus”, conforme legitimou Jesus Cristo: “Quem me vê, vê o Pai. Como podes dizer: Mostra-nos o Pai!? Não crês que estou no Pai e o Pai está em mim?”. A fé à qual se referia o Mestre é aquela que vibra no coração das criaturas que acreditam que Deus tudo vê e provê. Mas nossa consciência de vida é diminuta e frágil, por isso a maioria de nós não compreende que a fé verdadeira respeita os ritmos e os ciclos naturais da vida, considera que tudo está certo e nada está fora dos domínios da Ordem Providencial divina.

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    A prece

    A prece é uma elevação acima das coisas terrestres, um ardente apelo, um impulso, um bater de asas em direção às regiões em que não perturbam os murmúrios, as agitações do mundo material e onde o ser haure as inspirações que lhe são necessárias. Quanto mais potente for seu impulso, mais sincero é seu apelo, mais distintas, mais claras revelam-se-lhe as harmonias, as vozes, as belezas dos mundos superiores.

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