• Reforma Íntima, Renovando atitudes

    Existem espíritas praticantes e não-praticantes?

    Ouve-se, com certa freqüência nos ambientes doutrinários, algumas frases que expressam dúbias interpretações sobre o que seja “ser espírita”. Companheiros que ainda não se sentem devidamente ajustados aos parâmetros propostos pelos roteiros da codificação dizem: “ainda não sou espírita, estou tentando!”, outros, desejosos em amealhar algum crédito de aceitação nos grupos, dizem: “Quem sou eu para ser espírita?”, “Quem sabe um dia serei!”. Ser espírita é ser melhor hoje do que ontem, e buscar amanhã ser melhor do que hoje.

  • Reforma Íntima, Renovando atitudes

    A novidade maior

    O mundo progride, embora com lentidão. Inegavelmente o progresso é a lei. Entretanto, forçoso convir que, com leves modificações, aquilo que vemos agora é o que já vimos. A lua que afagava a cabeça de Sócrates não sofreu diferenças. O mar que Tibério fitava das alturas de Capri oferece atualmente o mesmo espetáculo de imponência e beleza. A maior novidade para nós, então, ainda e sempre é a nossa possibilidade imediata de manejar a própria vontade e melhorar a vida, melhorando a nós mesmos.

  • Reforma Íntima, Renovando atitudes

    A velha ilusão das aparências

    “Não basta que dos lábios manem leite e mel. Se o coração de modo algum lhes está associado, só há hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente: é o mesmo, tanto em sociedade, como na intimidade. Esse, ao demais, sabe que se, pelas aparências, se consegue enganar os homens, a Deus ninguém engana.” – Lázaro. (Paris, 1861.) – O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo 9 – item 6.

  • Reforma Íntima, Renovando atitudes

    Como fazer nossa reforma íntima?

    Reforma íntima é ser melhor hoje em relação ao ontem, e jamais deixar arrefecer o desejo de ser um tanto melhor amanhã em relação ao hoje. Basta-nos aprender a ouvir a consciência e a estudar nossos instintos. Reforma íntima não é ser contra nós. Não é reprimir e sim educar. Não é exterminar o mal em nós, e sim fortalecer o bem que está adormecido na consciência. A culpa não renova, limita. Não educa, contém. Renovar é extrair da alma os valores divinos que recebemos quando fomos criados.

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