• Reforma Íntima, Renovando atitudes

    Sobriedade e continência

    Dar ao corpo o que lhe é necessário, a fim de torná-lo um servidor útil e não um tirano: tal é a regra do sábio. Reduzir a soma de suas necessidades materiais, comprimir os sentidos, dominar os apetites vis, é libertar-se de jugo das forças inferiores, é preparar a emancipação do espírito. Ter poucas necessidades é também uma das formas de riqueza. Longe dos prazeres mentirosos, o espírito recolhe-se, retempera-se, abre-se para as sensações delicadas. Meditemos com frequência e coloquemos em prática o provérbio oriental: “Seja puro para ser feliz, para ser forte!”

  • Doutrina Espírita, Lei do Trabalho

    Necessidade do trabalho

    Quão digna de piedade é a situação daquele em que as enfermidades condenam à imobilidade, à inação! Se esse homem sentiu a grandeza, a santidade do trabalho; se, além do próprio interesse, vê o interesse geral, o bem de todos, e quer nele contribuir, sofre uma das provas mais cruéis que podem estar reservadas a um ser vivente. Tal é também, no espaço, a situação do espírito que faltou para com seus deveres e desperdiçou sua vida. Compreendendo tardiamente a nobreza do trabalho e a vilania da ociosidade, sofre por não mais poder realizar o que sua alma concebe e deseja. Despertem, ó todos vós que deixam adormecer suas faculdades, suas forças latentes. De pé, mãos à obra! Trabalhem, fecundem a terra.

  • Doutrina Espírita, Lei do Trabalho

    O trabalho é a honra e a dignidade do ser humano

    É pelo trabalho que o homem doma as forças cegas da natureza e preserva-se contra a miséria. O ocioso que aproveita o labor dos outros, sem nada produzir, não passa de um parasita. O trabalho é também um grande consolador, um derivativo salutar contra nossas aflições, contra nossas tristezas; acalma as angústias do nosso espírito e fecunda nossa inteligência. Aquele que trabalha tem sempre um refúgio seguro na provação, um verdadeiro amigo na aflição; não produz o desgosto da vida.

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