Auto-conhecimento, Relacionamentos

Você é uma boa companhia?

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Você se considera uma boa companhia?

Lembra que quando você era criança os mais velhos lhe recomendavam que evitasse as más companhias?

“Diga-me com quem andas e te direi quem és.”

A orientação continua valendo…

Não podemos nos colocar numa redoma para nos protegermos, não devemos nos isolar como meio de evitar más influências, mas precisamos cuidar de nós mesmos.

Lembra aquele ditado: “diga-me com quem andas e te direi quem és”?

Querendo ou não querendo, somos influenciáveis.

O valor da influência, se boa ou se má, depende de quem nos faz companhia.

Às vezes pode ser uma prática caridosa ouvir os queixumes de alguém, deixar que desabafe, mas você não pode prestar atenção todos os dias às queixas de seus colegas, de seus vizinhos, de seus conhecidos.

Não é caridade nenhuma ouvir as queixas diárias de pessoas viciadas em reclamar.

Você pode fazer alguma coisa?

Tem algum conselho para dar?

Pode oferecer a essa pessoa um outro modo de analisar a questão?

Se puder, faça isso.

Se não puder, feche os ouvidos, desvie o foco.

Só alguém muito superior, com grande domínio sobre si mesmo, pode suportar uma carga pesada de queixumes e reclamações todos os dias sem se contagiar.

A maioria se deixa influenciar.

Devemos, na medida do possível, escolher as pessoas com quem convivemos.

Choradeiras e lamentações fazem o ambiente pesado, triste, tenso.

Sabe aquelas pessoas que só falam nos crimes do momento, com seus detalhes de sangue e lágrimas?

Ou que só falam das roubalheiras e corrupções, e “onde é que esse mundo vai parar”?

Talvez você pense que essa abordagem seja anticristã, pouco caridosa.

É caridoso prestar atenção, servir de plateia para o despejo das desgraças?

Acho que não.

Sabemos dos males do mundo, não precisamos que ninguém nos lembre.

Também não precisamos saber da vida de terceiros, os seus erros, os detalhes de suas vidas íntimas, as fofocas, as maledicências.

Nós somos responsáveis pelo nosso estado de espírito, pelo nosso padrão de pensamentos.

Mantendo um padrão de pensamentos elevado, contagiamos positivamente aos que estão à nossa volta, tornamos o ambiente mais afável e tranquilo.

Mas como manter o pensamento elevado se você se focar nas desgraças que saem das bocas reclamonas?

As palavras expressam pensamentos e o pensamento é energia.

Nossas energias dependem da atitude mental que mantivermos.

Pessoas negativas emitem energia negativa.

Seus problemas são problemas que todos têm.

A sua visão é que está distorcida.

Se as coisas se transformassem, instantaneamente para elas, e ficassem exatamente da maneira como elas gostariam que ficassem, logo elas estariam se queixando novamente.

Você acha cruel manter-se afastado de pessoas assim, que talvez sejam muito caras pra você?

Só você sabe o quanto se deixa contagiar.

Observe e tire as suas próprias conclusões, mas não pense que isso é falta de caridade.

Queixume, reclamação e choradeira é agressão energética, é pensamento assediador.

Você não se deixa agredir fisicamente, no entanto, a agressão energética pode ser tão grave quanto a agressão física.

Meditemos sobre o assunto!

 

Fonte:  Texto de Roger Andrade.

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