• Amor, Ciência e Religião

    Diferença entre amor e paixão

    O amor é o olhar de Deus, sentimento superior no qual se fundem e se harmonizam todas as qualidades do coração; é o coroamento das virtudes humanas, doçura, caridade, bondade; é a eclosão na alma de uma força que nos arrasta acima da matéria! Não ornamentem com tal nome a ardente paixão que os desejos carnais atiçam. Esta não é senão uma sombra, um grosseiro plágio do amor.

  • Ciência e Religião, Mediunidade

    Proposta aos que não crêem na comunicação dos espíritos

    Uma vez que os adversários do Espiritismo não acreditam na mediunidade e só aceitam apreciá-la com a ajuda das leis da ciência, solicitamos que provem, partindo da hipótese da existência e da sobrevivência da alma: 1) que o ser que pensa em nós durante a vida não pode mais pensar depois da morte; 2) que, se pensa, não deve mais pensar nos que amou; 3) que, se pensa nos que amou, não deve mais querer se comunicar com eles; 4) que, se pode estar em todos os lugares, não pode estar ao nosso lado; 5) que, se pode estar ao nosso lado, não pode comunicar-se conosco; Se isto for provado cientificamente, então poderemos dizer que sua negação tem fundamento.

  • Ciência e Religião, Corpo e Alma

    Cuidemos do nosso corpo que é a extensão de nossa alma

    Nosso corpo físico não é apenas um veículo usável, mas também a parte mais densa da alma. Não o separemos de nós mesmos, porque, apesar de sua matéria ficar na Terra no processo da morte física, é nele que avaliamos as sensações do abraço de mãe, do ósculo afetivo e das mãos carinhosas dos amigos. Através dele é que podemos identificar angústias e aflições, que são bússolas a nos indicar que, ou quando, devemos mudar nossa maneira de agir e pensar, para que possamos percorrer caminhos mais adequados do que os que vivemos no momento.

  • Ciência e Religião, Imortalidade da Alma

    Alma imortal

    Vimos, cientificamente falando, que nada se aniquila no Universo. Quando a Química e a Física nos demonstram que nenhum átomo se perde, que nenhuma força se desvanece, como acreditar que essa unidade na qual se resumem todas as potências intelectuais, chegue a se dissolver? Como acreditar que esse eu consciente, em que a vida se desprende das cadeias da fatalidade, possa aniquilar-se?

  • Ciência e Religião, Mediunidade

    A responsabilidade e os riscos da mediunidade, segundo Ramatis

    A função do médium assemelha-se à do carteiro, o qual, embora seja a peça de menor destaque na correspondência entre os homens, caso ele se recuse a cumprir a função de entregar as mensagens aos destinatários, semelhante negligência constitui uma falta bastante grave. Em tais condições, desde que se rebele contra a sua obrigação ou se escravize a vícios e paixões que prejudiquem e inutilizem a sua tarefa mediúnica, então será vítima dos espíritos das Sombras e, por sua culpa, enfraquece o serviço libertador do Cristo.

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Vida com Abundância

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COMENTÁRIOS RECENTES

  1. Sérgio Luiz de Oliveira em Quem Somos

    Gostaria de ter esses ensinos impresso

O MEDO