• Dores da Alma, Provas e expiações

    Paciência e oração diante das provas e expiações

    É possível que estejas atravessando a provação de observar criaturas queridas, nas sombras de provação maior. Recorda que se consegues ajuizar quanto às necessidades de alma que patenteiam, é forçoso reconhecer que são eles doentes perante a sanidade em que te mostras. Teus mais íntimos pensamentos são ímãs vigorosos trazendo-te ao roteiro as forças que procuras.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    A dor ainda é o mais valioso despertador da alma

    Sendo a Terra um planeta de provas e expiações em transformação para tornar-se uma morada de regeneração, somente a dor é capaz de amaciar os corações entumecidos pela vaidade, pelo orgulho e pela avareza de sentimentos. Se vivêssemos com mais atenção, poderíamos fazer da dor que não queremos sentir, esta sim, o mais poderoso aguilhão a nos estimular, deixando-nos mais distantes dos erros que nos causam sofrimentos dolorosos e, muitas vezes, perturbadores.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    Rigidez

    Teimosia é uma forma de rigidez da personalidade. É um apego obstinado às próprias ideias e gostos, nunca admitindo insuficiências e erros. Conviver com criaturas que estão sempre com a razão, que acreditam que nasceram para ensinar ou salvar todo mundo e que jamais transgredem a nada, é viver relacionamentos desgastantes e insatisfatórios.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    Vício

    O vício aparece constantemente onde há uma inadaptação à vida social. Por incrível que pareça, o viciado é um “conservador”, pois não quer correr o risco de se lançar à vida, tornando-se, desse modo, um comodista por medo do mundo que, segundo ele, o ameaça.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    O porquê das dores

    “Em nossos apontamentos, denominamos os “sete pecados capitais”, como as “dores da alma”. São eles: o orgulho, a preguiça, a raiva, a inveja, a gula, a luxúria e a avareza. Na atualidade, graças ao valioso concurso das doutrinas psíquicas, de modo geral, e da psicologia espírita, especificamente, esses “pecados” são considerados mais como desajustes, neuroses…

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    Velhas recordações, velhas doenças

    Tentamos viver alienados dos nossos ressentimentos e velhas amarguras, distraindo-nos com jogos e diversões, ou mesmo buscando alívio no trabalho ininterrupto, mas apenas estamos adiando a solução futura da dor, porque essas medidas são temporárias. É mais fácil dizer que se tem uma úlcera gástrica do que admitir um descontentamento conjugal; é mais fácil também consentir-se portador de uma frequente cólica intestinal do que aceitar-se como indivíduo colérico e inflexível. Muitas moléstias antes consideradas como orgânicas estão sendo reconhecidas agora como “psicossomáticas”, porque se encontraram fatores psicológicos expressivos em sua origem.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    Prove o amor

    Curar-se, em última análise, deve ser um ato de amor profundo. Amar faz com que nossas células vibrem em perfeita harmonia. E onde a harmonia se faz presente a doença não encontra lugar. Por que você não sente o gosto do amor agora mesmo? Será que não existe alguém esperando um abraço seu? Um telefonema? Não existe alguém precisando da sua palavra amiga? De um simples pedaço de pão que você queira dividir? Será que você também não será capaz de um gesto de amor por si mesmo? Eu tenho certeza que sim. Ligue para um amigo e peça ajuda para suas dificuldades. Procure amparo espiritual no templo religioso de sua fé. Acerque-se de pessoas de bom astral. Cultive somente ideias positivas a seu respeito.

  • Aos que Sofrem, Dores da Alma

    Desejo – Poema de Victor Hugo

    Desejo primeiro que você ame, e que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer. E que esquecendo, não guarde mágoa. Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar. Desejo também que tenha amigos, que mesmo maus e inconsequentes, sejam corajosos e fiéis. E que pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos. Nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.

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