Cremação e o Espiritismo
Emmanuel no livro “O Consolador”, psicografado por Chico Xavier, quando lhe perguntam se o Espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos, a resposta é a seguinte:
Evangelhoterapia à Luz da Doutrina Espírita
Emmanuel no livro “O Consolador”, psicografado por Chico Xavier, quando lhe perguntam se o Espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos, a resposta é a seguinte:
Tenho algumas dúvidas sobre algo que vem acontecendo comigo. Sou católica, leio e admiro o espiritismo. Mas não o pratico. Desde muito nova tenho tido algumas experiências meio confusas pra mim, mas as últimas que venho tendo e que não compreendo está sendo com o filho de uma amiga da minha família que faleceu em um acidente recentemente. Ele vem aparecendo em meus sonhos. Peço ajuda pra entender melhor, quero entender e ajudar se for necessário.
Toda perturbação no lar, frustrando-lhe a viagem no tempo, tem causa específica. Qual acontece ao comboio, quando estaca indebitamente ou descarrila, é imperioso angariar a proteção devida para que o carro doméstico prossiga adiante. No transporte caseiro, aparentemente ancorado na estação do cotidiano (e dizemos aparentemente, porque a máquina familiar está em movimento e transformação incessantes), quase todos os acidentes se verificam pela evidência de falhas diminutas que, em se repetindo indefinidamente, estabelecem, por fim, o acidente maior.
O Cristo da Terra é a entidade espiritual que, atuando na consciência global de toda a humanidade terrícola, alimenta, nutre e atende a todos os sonhos e ideais dos homens. É a “Fonte Sublime”, o “Legado Sideral de Deus”, doando a Luz da Vida; o “Caminho”, a “Verdade” e a “Vida”, em ação incessante através da via interna de nossa alma. Jesus codificou em linguagem simples e de execução fácil, o Pensamento e a Glória do próprio Arcanjo Planetário. Cada planeta de nossa orbe tem seu Cristo Planetário e o Sistema Solar, por sua vez, tem um Logos Solar que rege todos os Cristos.
Eu tenho uma dúvida que me acompanha sempre, mas que acabo me esquecendo de perguntar. Agora, lendo uma dúvida de outro leitor, essa dúvida ressurgiu. Por que quando Jesus veio à Terra, não explicou sobre os Espíritos, sobre as Colônias, enfim, sobre tudo que a Doutrina Espírita prega? Por que ele sempre falava de forma simbólica, e tão subjetiva? Tenho em mim que toda essa subjetividade causou confusão em muita gente, durante muito tempo… Por que não ser mais específico?
Cada criatura recebeu determinado talento da Providência Divina para servir no mundo e para receber do mundo o salário da elevação. Quem cumpre o dever que lhe é próprio, age naturalmente a beneficio do equilíbrio geral. Muitas vezes, acreditando fazer mais corretamente que os outros o serviço que lhes compete, não somos senão agentes de desarmonia e perturbação. Onde estivermos, atendamos com diligência e nobreza à missão que a vida nos oferece.
No reino de Magadha, vivia Sona, filho de um nobre. Certo dia, Sona foi até o Pico dos Abutres e lá encontrou o Buda e sua vida se transformou. Algum tempo depois, foi viver sozinho em um arvoredo tranqüilo. Lá, ele procurou fazer progressos em sua vida espiritual. Á medida que andava de um lado para outro, refletindo sobre os ensinamentos do Buda e tentando entender como aplicá-los, seus pés foram criando feridas e começaram a sangrar. Alguns monges, ao saberem disso, ficaram perturbados, porque um dos seus estava se machucando por fazer esforço excessivo. Foram comunicar o fato ao Buda, que decidiu falar com Sona:
Gostaria de saber, o por que minha vida sempre teve altos e baixos. Tem fase como a de hoje, tudo é difícil, parece que estou acorrentado, minha vida parece sempre um sonho. Tenho a impressão que amanha já não estarei mais vivo. Sou católico, procuro ser uma pessoa boa, não invejo ninguém, sou da paz, gosto de ajudar os outros. Me falaram que as pessoas tem inveja de mim. Como tive muitas mulheres falam que jogaram praga ou fizeram trabalho, para minha vida ser assim, sem graça, ou sem estabilidade…. será verdade? Alguém pode me ajudar?
Ouvir uma voz amiga, ver uma pessoa querida, ou apenas ter a expectativa de alguns momentos de companhia carinhosa é um bálsamo que anestesia a ferida aberta, que alivia a respiração ofegante, e cria a esperança de dias melhores… Mas como não depender apenas da caridade alheia para o alívio da dor que a solidão provoca?
POR QUE NEM SEMPRE SOMOS CURADOS?
Resiliência e coragem sempre!
Gostaria de ter esses ensinos impresso
Eu sabia que iam censurar. Divaldo é antissemita.
Pfv, gostaria de conhecer a biografia de dr Virgilio Augusto de Oliveira. Gratidão.
A paciência é difícil de mais. Mas é necessária de mais. Para todos nós.
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