• Ciência e Religião, Mediunidade

    A mediunidade é uma faculdade latente em todos os indivíduos

    A mediunidade é uma faculdade que está latente em todos os indivíduos, podendo apresentar-se ou manifestar-se por vários modos, dependendo do estágio moral de cada médium. Allan Kardec sintetiza os médiuns em duas categorias: aqueles de efeitos físicos e aqueles de efeitos intelectuais. “Mediunidade não é pretexto para situar-se a criatura no fenômeno exterior ou no êxtase inútil, à maneira da criança atordoada no deslumbramento da festa vulgar. É, acima de tudo, caminho de árduo trabalho em que o espírito, chamado a servi-la, precisa consagrar o melhor das próprias forças para colaborar no desenvolvimento do bem” – Ensinamentos do Espírito Emmanuel, no livro “Mediunidade e Sintonia”, pelo médium Chico Xavier.

  • Doutrina Espírita, Instrução dos Espíritos

    Os superiores e os inferiores, autoridade e riqueza

    A autoridade, tanto quanto a riqueza, é uma delegação de que terá de prestar contas aquele que se ache dela investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de mandar; nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um direito, uma propriedade. Deus, aliás, lhes prova constantemente que não é nem uma nem outra coisa, pois que deles a retira quando lhe apraz. Se fosse um privilégio inerente às suas personalidades, seria inalienável. A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu consentimento. Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova, quando o entende, e a retira quando julga conveniente.

  • Autores Indianos, Histórias

    Pode Deus permitir que nossas almas ardam no fogo do Inferno?

    Certa feita conheci um velho que morava perto de Seattle. O velho disse: – Todos somos pecadores. Deus queimará nossas almas no fogo e no enxofre do inferno. Repliquei: – Como pode um homem, perdendo seu corpo na morte e tornando-se alma invisível, ser consumido por labaredas geradas por enxofre material? O velho me surpreendeu repetindo colericamente: – Nós sem dúvida nenhuma arderemos nas chamas do inferno. Ponderei: – Você recebeu um telegrama de Deus, dizendo…

  • Autores Diversos, Histórias

    A parábola da rosa

    Certa vez, um homem plantou uma roseira e passou a regá-la constantemente. Assim que ela soltou seu primeiro botão que em breve desabrocharia, o homem notou espinhos sobre o talo e pensou consigo mesmo: “como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos?” Entristecido com o fato, ele se recusou a regar a roseira e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar a rosa morreu. Isso acontece com muitos de nós com relação à nossa semeadura. Plantamos um sonho e…

  • Carma, Doutrina Espírita

    O que é o Karma?

    O Pai Celestial jamais enviaria seus filhos para o suplício eterno, em paga dos erros cometidos durante sua breve passagem pela Terra. Quando usamos mal a liberdade que Ele nos concedeu, temos de arcar com as conseqüências de nossas próprias ações equivocadas.O sofrimento humano não é um sinal da cólera de Deus ou da Natureza contra a humanidade. É, antes, a marca da ignorância da lei divina por parte dos homens. Essa lei nunca falha em sua aplicação. Eis a lei do karma: aquilo que você semear, colherá. Se semear o mal, colherá o mal sob a forma de sofrimento. E se semear o bem, colherá o bem sob a forma de alegria interior.

  • Aos que Sofrem, Pobreza material

    Desigualdade das Riquezas

    A desigualdade das riquezas não se dá em virtude de que uns dispõem de mais meios de adquirir bens do que outros? Sabes, porventura, se tal riqueza não se originou de uma espoliação ou de uma injustiça? Mesmo, porém, sem falar da origem, que pode ser má, acreditas que a cobiça da riqueza, ainda quando bem adquirida, os desejos secretos de possuí-la o mais depressa possível, sejam sentimentos louváveis? Será possível e já terá existido a igualdade absoluta das riquezas? Busca a fonte das riquezas e verás que nem sempre é pura.

  • Despreendimento, Reforma Íntima

    Desapego defensivo e desapego saudável

    Não adianta “fecharmos as cortinas da janela da alma” a fim de levarmos uma vida de sonhos – repleta de pensamentos e vazia de experiências – atenuando ou impedindo os estímulos externos. Isso é um “desapego defensivo”, ou resignação neurótica, e não uma virtude genuína. É considerada pelos Espíritos Superiores como “duplo egoísmo” a atitude de certos “homens que vivem na reclusão absoluta para fugir ao contato do mundo”.

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